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Rendimento médio (R$) de todos os trabalhos segundo as ocupações agrupadas em predominantemente negras, brancas e outras por sexo e raça – Brasil, 2010.. Fonte: IBGE. Censo Demográfico. Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/rendimento-medio-r-de-todos-os-trabalho-segundo-as-ocupacoes-agrupadas-em-predominantemente-negras-brancas-e-outras-por-sexo-e-raca-brasil-2010/. Acesso em: 15 de dezembro de 2022.

Rendimento médio (R$) de todos os trabalhos segundo as ocupações agrupadas em predominantemente negras, brancas e outras por sexo e raça – Brasil, 2010.
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Autor: Cedra
Atualizado em: 21 de março de 2025
Fonte: IBGE. Censo Demográfico
Destaques relacionados
Nas ocupações predominantemente negras, o rendimento médio por hora do trabalho principal era 1/5 do rendimento médio das ocupações predominantemente brancas.

Em 2010, o rendimento médio por hora do trabalho principal nas ocupações predominantemente negras era R$ 471,06 e nas ocupações predominantemente brancas era R$ 2.532,56.

Fonte: IBGE | Censo 2010. Elaborado pelo CEDRA.

Tanto nas ocupações predominantemente negras quanto nas ocupações predominantemente brancas, a renda média de todos os trabalhos da população negra era menor do que da branca.

Nas ocupações predominantemente negras, a renda média de todos os trabalhos da população negra era de R$ 434,93, enquanto a da população branca era de R$ 539,46. Já nas ocupações predominantemente brancas, os valores eram: R$ 1741,53 para os negros e R$ 2908,53 para os brancos, em 2010.

Fonte: IBGE | Censo 2010. Elaborado pelo CEDRA.

A taxa de desocupação entre mulheres negras foi de 14,9% e entre brancas 9,7%, em média, entre 2012 e 2023.

Em 2012, o percentual de desocupação era de 7,5% para mulheres brancas e 11,0% para negras. Aumentaram, em 2017, para 11,8% e 17,6%, respectivamente. Em 2023, esses percentuais caíram para 7,1% e 11,5%. A desocupação aumentou de 2012 para 2017 e caiu em 2023, para brancas e negras, mas sempre com maior desocupação entre as mulheres negras.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc). Elaborado pelo CEDRA.

De 2010 a 2019, a frequência no Ensino Superior avançou tanto de homens quanto de mulheres, entre 18 e 24 anos, sendo que estas aumentaram a distância em relação aos homens.

A frequencia no Ensino Superior aumentou entre 2010 e 2019, considerando a população entre 18 a 24 anos: mulheres 15,3% para 22,8%; homens 11,3% para 18,1% . A diferença entre homens e mulheres aumentou de 4 para 4,7 pontos percentuais.

Fonte: IBGE Censo 2010 e PNAD 2019. 
Elaborado pelo CEDRA.