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Domicílios segundo a existência ou não de rede de abastecimento de água segundo faixas de rendimento domiciliar per capita por sexo e raça/cor do responsável pelo domicílio, 2016-2022. Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios (PNAD) e Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios - Contínua (PNAD - Contínua). Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/domicilios-segundo-a-existencia-ou-nao-de-rede-de-abastecimento-de-agua-segundo-faixas-de-rendimento-domiciliar-per-capita-por-sexo-e-raca-cor-do-responsavel-pelo-domicilio/. Acesso em: 21 de março de 2025.

Domicílios segundo a existência ou não de rede de abastecimento de água segundo faixas de rendimento domiciliar per capita por sexo e raça/cor do responsável pelo domicílio, 2016-2022
Informações adicionais
Autor: CEDRA
Atualizado em: 21 de março de 2025
Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios (PNAD) e Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios - Contínua (PNAD - Contínua)
Destaques relacionados
89,0% dos domicílios com pessoas brancas como responsáveis tinham abastecimento de água via rede de distribuição, em média, comparado a 83,0% dos domicílios com pessoas negras como responsáveis, de 2016 a 2022.

Melhorou um pouco o acesso à rede de abastecimento de água entre domicílios com responsáveis pessoas negras, subindo de 82,6% para 83,2%, entre 2016 e 2022, enquanto os domicílios com responsáveis pessoas brancas caíram de 89,5% para 88,6%. Apesar da redução na desigualdade, a diferença no acesso entre os dois grupos persistiu.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc). Elaborado pelo CEDRA.

Dentre as pessoas brancas responsáveis por domicílios, a porcentagem dos domicílios com renda superior a 5 salários mínimos por morador era quase 4 vezes a das pessoas negras, em média, de 2012 a 2023.

Dentre as pessoas brancas responsáveis por domicílios, 9,0% eram de domicílios com renda superior a 5 salários mínimos por morador, e negras eram 2,1%, em 2012. Em 2023, as pessoas brancas passaram a 9,3% e as negras foram a 2,2%. Os percentuais nessa faixa de renda mais alta aumentaram pouco para os grupos, assim como a diferença entre eles, no período.
Nota: pp = pontos percentuais.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc). Elaborado pelo CEDRA.

A taxa de analfabetismo das mulheres negras, acima de 15 anos, era mais que o dobro das mulheres brancas. A média das taxas de analfabetismo das negras foi 8,3% enquanto das brancas foi 3,4%, entre 2012 e 2019.

A taxa de analfabetismo das mulheres negras, acima de 15 anos, era de 9,8%, em 2012, e caiu para 7,1% em 2019. Para as brancas, a taxa caiu de 4,2% para 2,7%. Embora as duas taxas tenham caído, a desigualdade no analfabetismo entre mulheres brancas e negras persistiu no período.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios Contínua (PNADc).

Havia mais pessoas negras acima de 15 anos, sem instrução ou com Fundamental incompleto, que brancas entre 2012 e 2019. A média foi de 42,1% para negros e 29,7% para brancos.

Reduziu a desigualdade entre pessoas negras e brancas, acima de 15 anos, sem instrução ou com fundamental incompleto, de 13,6 p.p. (pontos percentuais) para 10,9 p.p. A taxa dos negros em 2019 foi de 37,7%, percentual maior que a dos brancos em 2012, que foi 33,1%.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios Contínua (PNADc).