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Rendimento médio bruto (R$) do trabalho principal por hora segundo ocupação predominante, sexo e raça/cor – Brasil, 2010.. Fonte: IBGE. Censo Demográfico. Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/rendimento-medio-bruto-r-do-trabalho-principal-por-hora-segundo-ocupacao-predominante-sexo-e-raca-cor-brasil-2010/. Acesso em: 15 de dezembro de 2022.

Rendimento médio bruto (R$) do trabalho principal por hora segundo ocupação predominante, sexo e raça/cor – Brasil, 2010.
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Autor: Cedra
Atualizado em: 21 de março de 2025
Fonte: IBGE. Censo Demográfico
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Dentre as pessoas negras responsáveis por domicílios, 16,6% eram de domicílios com renda entre 1/2 e 3/4 de salário mínimo (SM) por morador, em média, de 2012 a 2023. Dentre as brancas, eram 11,1%.

Em 2012, dentre as pessoas negras responsáveis por domicílios, 15,8% eram de domicílios com renda entre 1/2 e 3/4 SM por morador. Entre as brancas eram 11,0%. Em 2017, entre as negras eram 19,2% e as brancas,12,8%. Já em 2023, eram 15,5% e 9,6%, respectivamente. A diferença entre os grupos desfavoreceu as pessoas negras, no período. Nota: pp = pontos percentuais.

Fonte: IBGE. PNAD Contínua. Elaborado pelo CEDRA.

Quase 40% das moradias tinham mulheres como responsáveis em 2010. Havia um pouco mais responsáveis negras do que brancas.

O Censo de 2010 mostrou que havia cerca de 57,5 milhões de domicílios particulares ocupados. As mulheres negras eram responsáveis por 19,3% destes domicílios, as mulheres brancas por 18,9%, os homens brancos por 30,3% e os homens negros por 30%.

Fonte: IBGE | Censo 2010. Elaborado pelo CEDRA.

Dentre os empregadores, a proporção de homens brancos era quase 5 vezes maior do que a de mulheres negras, em média, entre 2012 e 2023.

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Trabalho

O percentual de homens brancos empregadores, em 2012, era quase 5 vezes maior que o de mulheres negras. Em 2023, passou a ser 4 vezes maior, com ambos aumentando. Mulheres negras cresceram 0,5 pontos percentuais (pp) enquanto homens brancos 0,4 pp. Homens brancos seguiram predominando em relação às mulheres brancas, homens negros e mulheres negras.

Fonte: IBGE. PNAD Contínua. Elaborado pelo CEDRA.

De 2010 a 2019, avançou a frequência dos homens, entre 18 e 24 anos, no Ensino Superior. Brancos aumentaram mais seu percentual que os negros, mas negros mais do que dobraram o seu.

A taxa de homens, entre 18 e 24 anos, no Ensino superior aumentou de 17,6 % para 26,2% entre brancos e de 6,3% para 13,0% entre negros, de 2010 para 2019. Apesar dos homens negros dobrarem sua presença percentual, a diferença para os brancos aumentou de 11,3 para 13,2 pontos percentuais.

Fonte: IBGE Censo 2010 e PNAD 2019. 
Elaborado pelo CEDRA.