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População economicamente ativa segundo os subgrupos das atividades econômicas por sexo e raça – Brasil, 2010.. Fonte: IBGE. Censo Demográfico. Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/populacao-economicamente-ativa-segundo-os-subgrupos-das-atividades-economicas-por-sexo-e-raca-brasil-2010/. Acesso em: 14 de dezembro de 2022.

População economicamente ativa segundo os subgrupos das atividades econômicas por sexo e raça – Brasil, 2010.
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Autor: Cedra
Atualizado em: 20 de março de 2025
Fonte: IBGE. Censo Demográfico
Destaques relacionados
A renda do trabalho doméstico das pessoas negras correspondia a 86,1% da renda das brancas, em média, entre 2012 e 2022.

O rendimento médio do trabalho doméstico das pessoas negras era R$ 515,87 e das brancas R$ 595,10, em 2012. Em 2022, as negras passaram a R$ 1.005,55 e brancas R$ 1.203,44. Em comparação com 2012, pessoas negras passaram a ganhar ainda menos do que as brancas em 2022. A desigualdade entre os grupos aumentou 3,1 pontos percentuais, no período.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc). Elaborado pelo CEDRA.

Entre 2012 e 2023, em média, as pessoas brancas empregadoras eram mais que o dobro das pessoas negras.

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Trabalho

Em 2012, havia mais que o dobro de pessoas brancas empregadoras em comparação com as pessoas negras. Em 2023, os percentuais de pessoas brancas e de pessoas negras empregadoras aumentaram, mas a diferença entre os grupos permaneceu praticamente a mesma.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc). Elaborado pelo CEDRA.

Tanto nas ocupações predominantemente negras quanto nas ocupações predominantemente brancas, a renda média de todos os trabalhos da população negra era menor do que da branca.

Nas ocupações predominantemente negras, a renda média de todos os trabalhos da população negra era de R$ 434,93, enquanto a da população branca era de R$ 539,46. Já nas ocupações predominantemente brancas, os valores eram: R$ 1741,53 para os negros e R$ 2908,53 para os brancos, em 2010.

Fonte: IBGE | Censo 2010. Elaborado pelo CEDRA.

De 2010 a 2019, avançou a frequência das mulheres, entre 18 e 24 anos, no Ensino Superior. Brancas e negras aumentaram do mesmo percentual, embora proporcionalmente as negras tenham quase dobrado sua frequência.

A frequência de mulheres entre 18 e 24 anos no Ensino superior, de 2010 para 2019, aumentou: brancas de 22,2% para 30,7%; negras de 9,3% para 17,8%. Apesar do grande aumento proporcional de negras, a diferença permaneceu de 8,5 pontos percentuais com as brancas.

Fonte: IBGE Censo 2010 e PNAD 2019. 
Elaborado pelo CEDRA.