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Rendimento médio bruto (R$) do trabalho principal por hora segundo ocupação predominante, sexo e raça/cor – Brasil, 2010.. Fonte: IBGE. Censo Demográfico. Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/rendimento-medio-bruto-r-do-trabalho-principal-por-hora-segundo-ocupacao-predominante-sexo-e-raca-cor-brasil-2010/. Acesso em: 15 de dezembro de 2022.

Rendimento médio bruto (R$) do trabalho principal por hora segundo ocupação predominante, sexo e raça/cor – Brasil, 2010.
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Autor: Cedra
Atualizado em: 21 de março de 2025
Fonte: IBGE. Censo Demográfico
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Em 2019, 40% mais pessoas negras sofriam exposição prolongada ao sol no trabalho, em comparação com pessoas brancas.

27,0% dos trabalhadores negros acima dos 15 anos sofriam exposição prolongada ao sol no trabalho, em 2019. Entre os trabalhadores brancos, essa proporção era 19,3%.

Fonte: Pesquisa Nacional de Saúde, 2019. Elaborado pelo CEDRA.

A renda do trabalho doméstico dos homens negros correspondeu a 87,4% da renda dos brancos, em média, entre 2012 e 2022.

A renda média do trabalho doméstico dos homens negros era R$ 678,28 e dos brancos R$ 836,73, em 2012. Em 2022, os negros receberam R$ 1.300,14 e os brancos R$ 1.422,40. Em comparação com 2012, negros passaram a ganhar uma renda um pouco mais próxima da dos brancos. Houve uma redução de 10,3 pontos percentuais na desigualdade entre os grupos, no período.

Fonte: IBGE. PNAD Contínua. Elaborado pelo CEDRA.

A proporção de negros entre os estudantes de Ensino Superior aumentou 12,7 pontos percentuais de 2010 a 2019.

O percentual de negros no Ensino Superior aumentou de 34,9% para 47,6% de 2010 a 2019. Já o de brancos diminuiu de 63,5% para 51,4%, no mesmo período, mesmo levando em conta que o percentual de negros na população aumentou de 50,7% em 2010 para 56,3% em 2019.

Fonte: IBGE Censo 2010 e PNAD 2019. Elaborado pelo CEDRA.

3,8% das mulheres negras e 3,2% das mulheres brancas eram trabalhadoras familiares não remuneradas, em média, entre 2012 e 2023.

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Trabalho

Em 2012, 4,8% das mulheres negras e 4,5% das brancas eram trabalhadoras familiares não remuneradas. Em 2023, esses percentuais diminuíram para 2,2% e 1,9%, respectivamente. A diferença entre brancas e negras permaneceu quase a mesma. São percentuais bem maiores que os dos homens.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc). Elaborado pelo CEDRA.