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População residente em áreas periféricas segundo o rendimento de todos os trabalhos em salários mínimos por nível de instrução, sexo e raça/ cor – Brasil, 2010.. Fonte: IBGE. Censo Demográfico. Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/populacao-residente-em-areas-perifericas-segundo-o-rendimento-de-todos-os-trabalhos-em-salarios-minimos-por-nivel-de-instrucao-sexo-e-raca-cor-brasil-2010/. Acesso em: 15 de dezembro de 2022.

População residente em áreas periféricas segundo o rendimento de todos os trabalhos em salários mínimos por nível de instrução, sexo e raça/ cor – Brasil, 2010.
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Autor: Cedra
Atualizado em: 21 de março de 2025
Fonte: IBGE. Censo Demográfico
Destaques relacionados
A proporção de estudantes cotistas (com reserva de vaga) que ingressaram nas graduações em instituições públicas aumentou 7,2 pontos percentuais (pp) de 2014 a 2019.

Em 2014, 78% dos estudantes ingressaram sem cotas e 22%, através de cotas. Em 2019, as proporções foram de 70,8% e 29,2%, respectivamente. Entre os estudantes que não usaram cotas, os brancos eram maioria nesse período.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

Menos estudantes negros que brancos concluíram graduações presenciais de Medicina, em instituições públicas e em instituições privadas, entre 2015 e 2019. No entanto, a proporção de negros concluintes em instituições públicas foi maior do que nas instituições privadas.

De 2015 a 2019, a diferença entre brancos e negros que concluíram graduações presenciais em Medicina diminuiu de 26,5 pontos percentuais (pp) para 19,6 pp nas instituições públicas e aumentou de 34,7 pp para 46,3 pp nas privadas. A desigualdade diminuiu nas públicas e aumentou nas privadas – estas são responsáveis por 2⁄3 dos concluintes.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

A taxa de não declaração de cor/raça aumentou e foi acompanhada da redução da taxa de matrículas de crianças negras e brancas na Educação Infantil, entre 2010 e 2019. O dado de cor/raça é vital para entender a realidade étnico-racial das escolas e propor políticas públicas. 

Em 2019, as matrículas na Educação Infantil  composta por 34,5% de alunos brancos e 33,6% de alunos negros. A não declaração de cor/raça foi de 31,1%. A matrícula na Educação Infantil reduziu 3,7 pontos percentuais entre os negros e  2,1 pontos percentuais entre os brancos. A não declaração de cor/raça subiu 5,9 pontos percentuais entre 2010 e 2019.

Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Básica.

O percentual de pessoas negras responsáveis por domicílios com rendimento entre 1/8 e 1/4 de salário mínimo por morador foi quase 3 vezes maior que o de pessoas brancas, em média, entre 2012 e 2023. 

Em 2012, o percentual de pessoas negras responsáveis por domicílios com rendimentos por morador entre 1/8 e 1/4 de salário mínimo era 6,7%, e o de brancas era 2,2% Em 2023, as pessoas negras eram 6,8% e as brancas eram 2,5 %. A diferença entre pessoas negras e brancas manteve-se praticamente inalterada no período.
(Nota: pp = pontos percentuais)

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc). Elaborado pelo CEDRA.