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População residente em áreas periféricas segundo o rendimento de todos os trabalhos em salários mínimos por nível de instrução, sexo e raça/ cor – Brasil, 2010.. Fonte: IBGE. Censo Demográfico. Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/populacao-residente-em-areas-perifericas-segundo-o-rendimento-de-todos-os-trabalhos-em-salarios-minimos-por-nivel-de-instrucao-sexo-e-raca-cor-brasil-2010/. Acesso em: 15 de dezembro de 2022.

População residente em áreas periféricas segundo o rendimento de todos os trabalhos em salários mínimos por nível de instrução, sexo e raça/ cor – Brasil, 2010.
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Autor: Cedra
Atualizado em: 21 de março de 2025
Fonte: IBGE. Censo Demográfico
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Na população idosa (60+), o analfabetismo era um pouco maior entre as mulheres que entre os homens. Já os idosos negros apresentavam o dobro da taxa de analfabetismo que os idosos brancos.

Em 2010, considerando a população acima dos 60 anos, a taxa de analfabetismo era maior entre as mulheres, se compararmos com os homens e entre os negros, se compararmos com os brancos.

Fonte: IBGE | Censo 2010. Elaborado pelo CEDRA.

Dos estudantes que concluíram a graduação em Pedagogia, a proporção de brancos era um pouco maior que a de negros entre 2015 e 2019.

Entre os que concluíram a graduação em Pedagogia em 2015, havia 31,4% de brancos e 25,6% de negros. Em 2019, eram 41,6% brancos e 38,8% negros. A diferença entre negros e brancos caiu de 5,8 pontos percentuais (pp) para 2,8 pp no período. A declaração de cor-raça em 2015 era de 58,1% e, em 2019, de 82,5%.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

A declaração de cor-raça dos estudantes de graduação em cursos a distância era de 19,5% em 2010 e aumentou para 81,8% em 2019, ainda baixa para estudos sobre a questão racial. A informação de cor-raça é vital para entender a realidade racial e para políticas públicas.

Apesar do aumento de 62,3 pontos percentuais entre 2010 e 2019, a declaração de cor-raça dos estudantes de graduação a distância permaneceu relativamente insuficiente para estudos sobre a questão racial.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

Havia, em 2010, 1,5 mais empregados sem carteira assinada negros do que brancos, dentre as pessoas ocupadas.

Em 2010, considerando as pessoas ocupadas, 23,9% dos negros estavam empregados sem carteira assinada, enquanto entre os brancos esse percentual era 16,4%.

Fonte: IBGE | Censo 2010. Elaborado pelo CEDRA.