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População residente em áreas periféricas segundo o rendimento de todos os trabalhos em salários mínimos por nível de instrução, sexo e raça/ cor – Brasil, 2010.. Fonte: IBGE. Censo Demográfico. Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/populacao-residente-em-areas-perifericas-segundo-o-rendimento-de-todos-os-trabalhos-em-salarios-minimos-por-nivel-de-instrucao-sexo-e-raca-cor-brasil-2010/. Acesso em: 15 de dezembro de 2022.

População residente em áreas periféricas segundo o rendimento de todos os trabalhos em salários mínimos por nível de instrução, sexo e raça/ cor – Brasil, 2010.
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Autor: Cedra
Atualizado em: 21 de março de 2025
Fonte: IBGE. Censo Demográfico
Destaques relacionados
Nas graduações em Engenharia Civil, Elétrica e Mecatrônica, havia menos matrículas de negros que de brancos nas instituições públicas e privadas de 2014 a 2019. A média da diferença entre os dois grupos foi de 15,2 pontos percentuais (pp) nas públicas e de 11,3 pp nas privadas nesse período.

A proporção de matrículas tanto de negros quanto de brancos em cursos presenciais (público e privado) de graduação em Engenharia Civil, Elétrica e Mecatrônica aumentou de 2014 a 2019. Os negros continuaram em minoria, mas a diferença entre os dois grupos diminuiu. A declaração de cor-raça nas instituições públicas e privadas cresceu nesse período.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

A taxa de mulheres negras acima de 25 anos que concluíram o Ensino Superior foi maior que o de homens negros, em média, entre 2012 e 2023.

Em 2012, 7,9% das mulheres negras e 5,3% dos homens negros, acima de 25 anos, concluíram o Ensino Superior. Em 2023, o percentual das negras aumentou para 14,9% e o dos negros para 11,2%. A escolarização superior avançou entre negras e negros, mas a distância entre os dois grupos aumentou de 2,6 pontos percentuais (pp) em 2012 para 3,7 pp em 2023.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc). Elaborado pelo CEDRA.

Havia mais homens negros que mulheres negras, acima de 15 anos sem instrução ou com fundamental incompleto. A média era 41,7% para homens negros e 37,4% para mulheres negras, entre 2012 e 2023.

As porcentagens de negros e negras acima de 15 anos sem instrução ou com fundamental incompleto diminuíram significativamente, de 2012 para 2023. Os homens avançaram um pouco mais na escolarização que as mulheres, reduzindo a distância entre os grupos de 4,1 pontos percentuais (p.p.) em 2012, para 3,3 p,p, em 2023.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc). Elaborado pelo CEDRA.

A renda do trabalho principal dos homens negros era 56,6% da renda dos brancos, em média, entre 2012 e 2023. Já a renda das mulheres negras era 59,8% da renda das brancas.

A renda média do trabalho principal dos homens negros era 55,4% da renda dos brancos, em 2012, subindo para 57,7% em 2023. Entre as mulheres, a renda das negras era 60,7% da renda das brancas, caindo para 59,8%, no mesmo período. A renda de homens negros e brancos ficou mais próxima, mas entre as mulheres negras e brancas a diferença aumentou um pouco.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc). Elaborado pelo CEDRA.