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População residente em áreas periféricas segundo o rendimento de todos os trabalhos em salários mínimos por nível de instrução, sexo e raça/ cor – Brasil, 2010.. Fonte: IBGE. Censo Demográfico. Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/populacao-residente-em-areas-perifericas-segundo-o-rendimento-de-todos-os-trabalhos-em-salarios-minimos-por-nivel-de-instrucao-sexo-e-raca-cor-brasil-2010/. Acesso em: 15 de dezembro de 2022.

População residente em áreas periféricas segundo o rendimento de todos os trabalhos em salários mínimos por nível de instrução, sexo e raça/ cor – Brasil, 2010.
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Autor: Cedra
Atualizado em: 21 de março de 2025
Fonte: IBGE. Censo Demográfico
Destaques relacionados
O analfabetismo dos jovens negros, de 15 a 29 anos, era quase o dobro que o dos jovens brancos, em média, entre 2012 e 2023.

A taxa de analfabetismo dos jovens negros era 2,4% e dos jovens brancos era 1,1%, em 2012. Em 2023, a taxa dos jovens negros passou para 0,9% e dos jovens brancos, 0,6%. O analfabetismo diminuiu nos dois grupos, assim como a diferença entre eles, que foi de 1,3 pontos percentuais (p.p.) em 2012 para 0,3 p.p. em 2023, com melhora mais expressiva entre negros.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc). Elaborado pelo CEDRA.

Dentre as mulheres negras responsáveis por domicílios, a porcentagem dos domicílios com renda até 1/8 de salário mínimo por morador era quase 5 vezes maior que a dos homens brancos, em média, de 2012 a 2023.

Dentre as mulheres negras responsáveis por domicílios, 3,9% eram de domicílios com renda até 1/8 de salário mínimo por morador, e homens brancos eram 1,0%, em 2012. Em 2023, as negras passaram a 2, 1% e os brancos foram a 0,4%. Os percentuais dos grupos reduziram, bem como a desigualdade de 2,9 para 1,7 pontos percentuais (pp) no período.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc). Elaborado pelo CEDRA.

De 2010 a 2019, a frequência no Ensino Superior avançou tanto de homens quanto de mulheres, entre 18 e 24 anos, sendo que estas aumentaram a distância em relação aos homens.

A frequencia no Ensino Superior aumentou entre 2010 e 2019, considerando a população entre 18 a 24 anos: mulheres 15,3% para 22,8%; homens 11,3% para 18,1% . A diferença entre homens e mulheres aumentou de 4 para 4,7 pontos percentuais.

Fonte: IBGE Censo 2010 e PNAD 2019. 
Elaborado pelo CEDRA.

Dentre as pessoas de 40 a 49 anos com Ensino Superior completo, o maior grupo é de mulheres brancas, em seguida vêm os homens brancos, depois as mulheres negras e o menor grupo é o de homens negros.

As médias de 2012 a 2019, das pessoas com 40 a 49 anos com Ensino Superior completo, foram: 28,1% mulheres brancas, 20,1% homens brancos, 14,5% mulheres negras e 9,5% homens negros. A hierarquia do acesso ao Ensino Superior tem brancos no topo e negros na base. As mulheres têm maior acesso que os homens tanto entre os brancos quanto entre os negros.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios Contínua (PNADc).