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População residente em áreas periféricas segundo o rendimento de todos os trabalhos em salários mínimos por nível de instrução, sexo e raça/ cor – Brasil, 2010.. Fonte: IBGE. Censo Demográfico. Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/populacao-residente-em-areas-perifericas-segundo-o-rendimento-de-todos-os-trabalhos-em-salarios-minimos-por-nivel-de-instrucao-sexo-e-raca-cor-brasil-2010/. Acesso em: 15 de dezembro de 2022.

População residente em áreas periféricas segundo o rendimento de todos os trabalhos em salários mínimos por nível de instrução, sexo e raça/ cor – Brasil, 2010.
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Autor: Cedra
Atualizado em: 21 de março de 2025
Fonte: IBGE. Censo Demográfico
Destaques relacionados
A taxa de aprovação entre os estudantes negros foi de 78,5% e entre os estudantes brancos, 85%, no Ensino Médio, em média, entre 2010 e 2019. 

Aumentaram as taxas de aprovação de estudantes brancos e negros no Ensino Médio, entre 2010 e 2019. A distância entre as taxas de aprovação reduziu de 7,9 pontos percentuais (2010) para 5,1 (2019).
Aprovado: concluiu satisfatoriamente a etapa e está apto para a etapa seguinte.

Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Básica.

Mulheres brancas de 18 a 24 anos no Ensino Superior eram quase o dobro das mulheres negras. A média entre as mulheres brancas que cursavam essa etapa era 29,2% e entre as negras era 16,5%, de 2016 a 2019.

A taxa de universitárias brancas, de 18 a 24 anos, era 29,0% e a de negras era 15,2%, em 2016. Em 2019, as brancas passaram a 29,4% e as negras a 16,9%. O percentual das mulheres brancas quase não se alterou no período, e o das negras aumentou levemente. No entanto, a desigualdade no acesso ao Ensino Superior entre negras e brancas persistiu.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios Contínua (PNADc).

Na graduação presencial pública, a proporção de matrículas de estudantes negros em 2019 era maior que a de brancos nos turnos matutino, vespertino e noturno. Porém, nos cursos de período integral, a maioria era de brancos.

Nas matrículas da graduação presencial pública, as proporções de negros eram um pouco maior que a de brancos nos turnos matutino (43,6 % x 39,4%) e noturno (43,0% x 40,0%), e muito maior no turno vespertino (53,6% x 30,3%). Nos cursos de período integral, havia um pouco menos matrículas de estudantes negros que brancos (40,8% x 44,5%).

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

Nas graduações em Pedagogia, a proporção de brancos era maior que a de negros até 2016. A partir de 2017, a proporção de negros passou a ser maior do que a de brancos.

Nas graduações em Pedagogia, em 2016 havia 33,4% de brancos e 30,4% de negros. Em 2019, o percentual passou para 35,2% de brancos e 40,3% de negros. A diferença na proporção de negros e brancos foi aumentando entre 2016 e 2019 a favor dos primeiros.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.