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População residente em áreas periféricas segundo o rendimento de todos os trabalhos em salários mínimos por nível de instrução, sexo e raça/ cor – Brasil, 2010.. Fonte: IBGE. Censo Demográfico. Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/populacao-residente-em-areas-perifericas-segundo-o-rendimento-de-todos-os-trabalhos-em-salarios-minimos-por-nivel-de-instrucao-sexo-e-raca-cor-brasil-2010/. Acesso em: 15 de dezembro de 2022.

População residente em áreas periféricas segundo o rendimento de todos os trabalhos em salários mínimos por nível de instrução, sexo e raça/ cor – Brasil, 2010.
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Autor: Cedra
Atualizado em: 21 de março de 2025
Fonte: IBGE. Censo Demográfico
Destaques relacionados
Entre os matriculados nos cursos privados de graduação, predominavam os brancos em todas as faixas etárias nos anos de 2015 e 2019. No período, diminuiu a diferença entre os mais jovens e pouco se alterou entre os mais velhos.

Comparando os anos de 2015 e 2019, a diferença entre a proporção de brancos e negros matriculados nos cursos de graduação privados reduziu 5 pontos percentuais na faixa de 19 a 24 anos e 0,9 ponto percentual entre os alunos com 41 anos ou mais. A redução da distância entre os grupos foi maior entre os mais jovens.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

Nas graduações presenciais de Direito em instituições privadas, havia menos matrículas de estudantes negros que de brancos de 2009 a 2019.

Nas graduações presenciais de Direito em instituições privadas, a proporção de matrículas tanto de autodeclarados negros quanto de brancos aumentou. A diferença entre brancos e negros diminuiu de 12,8 pontos percentuais (pp) em 2014 para 10,0 pp em 2019, mas persistiu no período.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

Menos pessoas negras que brancas ingressaram nas graduações presenciais em Medicina, tanto nas instituições públicas quanto nas privadas, de 2014 a 2019. A distância entre pessoas negras e brancas aumentou na rede privada e continuou igual na rede pública.

A diferença entre as proporções dos ingressantes negros e brancos na rede pública nas graduações presenciais de Medicina foi de 14,6 pontos percentuais (pp) em 2014 para 14,3 pp em 2019. Já na rede privada aumentou de 35,1 pp para 44,9 pp. A desigualdade entre negros e brancos se manteve na rede pública e aumentou na rede privada, nesse período.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

A proporção de pessoas negras de 20 a 29 anos que concluíram o Ensino Médio ou tinham o Ensino superior Incompleto eram, em média, um pouco menor que a de brancas, de 2012 a 2023.

Em 2012, dentre as pessoas negras de 20 a 29 anos, 46,0% concluíram o Ensino Médio ou tinham o Superior Incompleto. Entre as brancas eram 54,9%. Em 2023, as pessoas negras eram 58,9% e as brancas 60,5%. A desigualdade foi consideravelmente reduzida, de 8,9 pontos percentuais (p.p.) para 1,6 p.p, com maior avanço entre as negras.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc). Elaborado pelo CEDRA.