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População residente em áreas periféricas segundo o rendimento de todos os trabalhos em salários mínimos por nível de instrução, sexo e raça/ cor – Brasil, 2010.. Fonte: IBGE. Censo Demográfico. Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/populacao-residente-em-areas-perifericas-segundo-o-rendimento-de-todos-os-trabalhos-em-salarios-minimos-por-nivel-de-instrucao-sexo-e-raca-cor-brasil-2010/. Acesso em: 15 de dezembro de 2022.

População residente em áreas periféricas segundo o rendimento de todos os trabalhos em salários mínimos por nível de instrução, sexo e raça/ cor – Brasil, 2010.
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Autor: Cedra
Atualizado em: 21 de março de 2025
Fonte: IBGE. Censo Demográfico
Destaques relacionados
A proporção de docentes negros em instituições privadas de ensino superior entre 2009 e 2019 era de 16,2% e de brancos, de 57,8%, em média.

A diferença entre as proporções de docentes brancos e negros em 2009 era 44,0 pontos percentuais (pp) e PRATICAMENTE se manteve em 2019, passando a 43,1 pp. Em 2009, 63,4% dos docentes estavam na rede privada e 36,6% na pública. Em 2019, eram 53,4% na rede privada e 46,6% na pública.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

 A renda média do trabalho doméstico das mulheres negras correspondia a 86,1% da renda das brancas, em média, entre 2012 e 2022.

A renda média do trabalho doméstico das mulheres negras era R$ 503, 23 e das brancas R$ 576,00, em 2012. Em 2022, as mulheres negras receberam R$ 978,35 e as brancas R$ 1.184,57. Em comparação com 2012, as negras passaram a ganhar ainda menos do que as brancas em 2022. A desigualdade entre os grupos aumentou 4,8 pontos percentuais, no período.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc). Elaborado pelo CEDRA.

Mulheres negras acima de 25 anos tiveram, em média, mais acesso ao Ensino Superior que os homens negros, de 2012 a 2019.

Mulheres negras acima de 25 anos com Ensino Superior completo passaram de 7,9% a 12,9%, de 2012 a 2019, um aumento de 5 pontos percentuais. Os homens negros passaram de 5,3% a 9,1%, um aumento de 3,8 pontos percentuais. A diferença entre negras e negros se manteve praticamente a mesma entre 2012 e 2019.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios Contínua (PNADc).

A falta de declaração de cor-raça dos estudantes de graduação era de 68,5% em 2010 e caiu para 17,0% em 2019, percentual alto para estudos sobre a questão racial. Esse dado é vital para entender a realidade étnico-racial da graduação e para políticas públicas.

Apesar da redução de 51,5 pontos percentuais entre 2010 e 2019, a falta de declaração de cor-raça dos estudantes de graduação permaneceu relativamente alta.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.