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Quantidade de matrículas por categoria administrativa, modalidade de ensino, sexo e raça/cor, 2009-2019.. Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Superior.. Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/modalidade-matricula/. Acesso em: 18 de novembro de 2024.

Quantidade de matrículas por categoria administrativa, modalidade de ensino, sexo e raça/cor, 2009-2019.
Destaques relacionados
A taxa de não declaração de cor/raça reduziu e foi acompanhada do aumento da taxa de matrículas de crianças negras e brancas no Ensino Fundamental, entre 2010 e 2019. O preenchimento do dado sobre cor/raça é obrigatório no Censo Escolar, fundamental para entender a realidade étnico-racial das escolas e para pensar políticas públicas.

Em 2019, a matrícula por cor/raça no Ensino Fundamental era composta por: 32,8% de alunos brancos e 40,3% de alunos negros. A não declaração de cor/raça foi de 25,8%. Entre 2010 e 2019, a matrícula de crianças negras aumentou 8,7 pontos percentuais e 7,2 pontos percentuais entre os brancos.  A não declaração de cor/raça reduziu 15,9 pontos percentuais.

Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Básica.

A falta de declaração de cor-raça dos estudantes de graduação era de 68,5% em 2010 e caiu para 17,0% em 2019, percentual alto para estudos sobre a questão racial. Esse dado é vital para entender a realidade étnico-racial da graduação e para políticas públicas.

Apesar da redução de 51,5 pontos percentuais entre 2010 e 2019, a falta de declaração de cor-raça dos estudantes de graduação permaneceu relativamente alta.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

A taxa de analfabetismo de adultos (30 a 39 anos) negros era 2,5 vezes maior que dos brancos.

Em 2010, considerando a população entre 30 e 39 anos, a taxa de analfabetismo entre os negros era 9,2% e entre os brancos, 3,4%.

Fonte: IBGE | Censo 2010. Elaborado pelo CEDRA.

Menos estudantes negros que brancos ingressaram nas graduações presenciais em Direito, tanto nas instituições públicas quanto nas privadas, de 2014 a 2019. Mas a diferença entre os dois grupos diminuiu nas duas redes.

Entre os ingressantes nas graduações presenciais em Direito entre 2014 e 2019, a diferença na proporção de negros para brancos diminuiu de 14,2 pontos percentuais (pp) para 2,5 pp nas instituições públicas. Já na rede privada, caiu de 8,4 pp para 6,4 pp. No entanto, a desigualdade persistiu nesse período nas duas redes.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.