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Quantidade de matrículas por categoria administrativa, modalidade de ensino, sexo e raça/cor, 2009-2019.. Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Superior.. Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/modalidade-matricula/. Acesso em: 18 de novembro de 2024.

Quantidade de matrículas por categoria administrativa, modalidade de ensino, sexo e raça/cor, 2009-2019.
Destaques relacionados
Havia mais mulheres negras, acima de 15 anos, sem instrução ou com fundamental incompleto que brancas, entre 2012 e 2019. A média foi 39,9% para negras e 29,0% para brancas.

Reduziu a desigualdade entre mulheres negras e brancas, acima de 15 anos, sem instrução ou com fundamental incompleto, de 12,3 p.p. (pontos percentuais) para 9,2 p.p. Mas, a taxa das mulheres negras em 2019 foi de 35,4%, maior que das mulheres brancas em 2012, que foi 32,4%.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios Contínua (PNADc).

Havia mais homens negros que mulheres negras, acima de 15 anos sem instrução ou com fundamental incompleto. A média era 41,7% para homens negros e 37,4% para mulheres negras, entre 2012 e 2023.

As porcentagens de negros e negras acima de 15 anos sem instrução ou com fundamental incompleto diminuíram significativamente, de 2012 para 2023. Os homens avançaram um pouco mais na escolarização que as mulheres, reduzindo a distância entre os grupos de 4,1 pontos percentuais (p.p.) em 2012, para 3,3 p,p, em 2023.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc). Elaborado pelo CEDRA.

Menos estudantes negros que brancos concluíram graduações presenciais de Medicina, em instituições públicas e em instituições privadas, entre 2015 e 2019. No entanto, a proporção de negros concluintes em instituições públicas foi maior do que nas instituições privadas.

De 2015 a 2019, a diferença entre brancos e negros que concluíram graduações presenciais em Medicina diminuiu de 26,5 pontos percentuais (pp) para 19,6 pp nas instituições públicas e aumentou de 34,7 pp para 46,3 pp nas privadas. A desigualdade diminuiu nas públicas e aumentou nas privadas – estas são responsáveis por 2⁄3 dos concluintes.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

Considerando apenas moradores de regiões periféricas, o acesso ao Ensino Superior era desigual entre brancos e negros, mulheres e homens, em 2010.

Considerando a população de 25 anos ou mais, com Ensino Superior, morando nas regiões periféricas em 2010, o maior grupo era de mulheres brancas (11,5%), seguido por homens brancos (10,4%), mulheres negras (5,9%) e, por último, os homens negros (4,0%). Ou seja, mesmo morando na mesma região, o nível de escolaridade era desigual entre esses grupos de raça/cor e sexo.

Fonte: IBGE | Censo 2010. Elaborado pelo CEDRA.