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Quantidade de matrículas por categoria administrativa, modalidade de ensino, sexo e raça/cor, 2009-2019.. Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Superior.. Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/modalidade-matricula/. Acesso em: 18 de novembro de 2024.

Quantidade de matrículas por categoria administrativa, modalidade de ensino, sexo e raça/cor, 2009-2019.
Destaques relacionados
Entre 2014 e 2019, a maioria dos estudantes que ingressou por ampla concorrência nas graduações em instituições públicas eram brancos.

Entre os ingressantes por ampla concorrência nas graduações em instituições públicas, em 2014, 36,0% eram brancos e 25,2% eram negros. Em 2019, as proporções foram 45,5% e 35,5%, respectivamente. A distância entre negros e brancos praticamente não se modificou no período.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

A taxa de não declaração de cor/raça aumentou e foi acompanhada da redução da taxa de matrículas de crianças negras e brancas na Educação Infantil, entre 2010 e 2019. O dado de cor/raça é vital para entender a realidade étnico-racial das escolas e propor políticas públicas. 

Em 2019, as matrículas na Educação Infantil  composta por 34,5% de alunos brancos e 33,6% de alunos negros. A não declaração de cor/raça foi de 31,1%. A matrícula na Educação Infantil reduziu 3,7 pontos percentuais entre os negros e  2,1 pontos percentuais entre os brancos. A não declaração de cor/raça subiu 5,9 pontos percentuais entre 2010 e 2019.

Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Básica.

A proporção de negros que concluíram graduações presenciais em instituições privadas em 2019 era maior que a de brancos no turno vespertino e expressivamente menor no turno integral.

Do total de estudantes que concluíram graduações presenciais em instituições privadas, a proporção de negros era de 41,9% e de brancos, 36,5%. No integral, negros eram 22,8% e brancos, 64,8%; no matutino, 33,3% eram negros e 42,5%, brancos; e no noturno, 33,8% eram negros e 45,2%, brancos.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

Entre as pessoas negras de 25 a 29 anos, homens e mulheres, o analfabetismo era mais do dobro do que entre os brancos, homens e mulheres, entre 2012 e 2019.

A taxa média de analfabetismo na população jovem (25 a 29 anos), entre 2012 e 2019, foi de: 1,4% para homens brancos, 3,2% para homens negros, 0,7% para mulheres brancas e 1,6% para mulheres negras. Embora todas as taxas de analfabetismo tenham caído no período, persistiu a diferença entre homens negros/brancos e mulheres negras/brancas.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios Contínua (PNADc).