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Quantidade de matrículas por categoria administrativa, apoio social, sexo e raça/cor, 2009-2019.. Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Superior.. Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/quantidade-de-matriculas-por-categoria-administrativa-apoio-social-sexo-e-raca-cor-2009-2019/. Acesso em: 26 de novembro de 2024.

Quantidade de matrículas por categoria administrativa, apoio social, sexo e raça/cor, 2009-2019.
Destaques relacionados
Dentre as pessoas de 40 a 49 anos que concluíram até o Ensino Médio, havia mais brancas que negras. As taxas foram 32,4% para brancos e 27,6%, para negros, em média, de 2012 a 2019.

As taxas de pessoas de 40 a 49 anos que estudaram até o final do Ensino Médio aumentaram entre 2012 a 2019. Os negros tiveram um aumento mais acentuado, passando de 23,8% para 31,5% e os brancos passaram de 30,5% para 34,4%.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios Contínua (PNADc).

A diferença entre negros e brancos que concluíram graduações presenciais em Medicina aumentou de 2009 a 2019. Particularmente, entre 2014 e 2019, quando a diferença passou de 28,3 pontos percentuais (pp) para 36,2 pp.

Entre os concluintes em graduações presenciais de Medicina, os brancos passaram de 40,7% em 2014 para 59,1% em 2019, enquanto os negros de 12,4% para 22,9%. A diferença entre concluintes brancos e negros aumentou de 28,3 pontos percentuais (pp) para 36,2 pp, entre 2014 e 2019, sempre em favor dos brancos.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

Havia mais brancos que negros ingressantes nas graduações (presencial + a distância; pública + privada) entre 2014 e 2019. A distância entre os dois grupos diminuiu de 5,8 pontos percentuais (pp) em 2014 para 2,6 pp. em 2019.

Em 2014, a proporção de ingressantes brancos nas graduações (presencial + a distância; pública + privada) foi de 30,5% e a de negros, 24,7%. Em 2019, os brancos foram 40,6% e os negros, 38,0%. Houve um aumento maior de negros que de brancos no período – 13,3 pp e 10,1 pp, respectivamente.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

A taxa de analfabetismo de pessoas negras, entre 25 e 29 anos, era cerca de 2 vezes a taxa das pessoas brancas, em média, entre 2012 e 2023.

O percentual médio de analfabetismo na população jovem (25 a 29 anos), entre 2012 e 2023, foi de 1,3% para homens brancos, 2,8% para homens negros, 0,7% para mulheres brancas e 1,3% para mulheres negras. Todas as taxas de analfabetismo e as diferenças caíram no período.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc). Elaborado pelo CEDRA.