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Quantidade de matrículas por categoria administrativa, turno, sexo e raça/cor, 2009-2019.. Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Superior.. Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/quantidade-de-matriculas-por-categoria-administrativa-turno-sexo-e-raca-cor-2009-2019/. Acesso em: 26 de novembro de 2024.

Quantidade de matrículas por categoria administrativa, turno, sexo e raça/cor, 2009-2019.
Destaques relacionados
Os cinco estados com as maiores taxas de declaração de cor-raça dos estudantes de graduação em 2019 foram Tocantins, Rondônia, Roraima, Mato Grosso do Sul e Amapá. O dado de cor-raça é vital para entender a realidade étnico-racial da graduação e para políticas públicas.

Tocantins teve a maior taxa de declaração de cor-raça dos estudantes de graduação em 2019, seguido por Rondônia, Roraima, Mato Grosso do Sul e Amapá.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

Havia mais homens negros que mulheres negras, acima de 15 anos sem instrução ou com fundamental incompleto. A média era 41,7% para homens negros e 37,4% para mulheres negras, entre 2012 e 2023.

As porcentagens de negros e negras acima de 15 anos sem instrução ou com fundamental incompleto diminuíram significativamente, de 2012 para 2023. Os homens avançaram um pouco mais na escolarização que as mulheres, reduzindo a distância entre os grupos de 4,1 pontos percentuais (p.p.) em 2012, para 3,3 p,p, em 2023.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc). Elaborado pelo CEDRA.

Entre 2010 e 2019, a distorção idade-série no Ensino Médio diminuiu em todas as regiões do país, tanto para negros quanto para brancos. Mesmo apresentando as maiores reduções, as regiões Norte e Nordeste permanecem com diferenças significativas entre negros e brancos.

Na região Norte, a diferença entre as distorções idade-série no Ensino Médio de negros e brancos caiu de 15,4 pontos percentuais em 2010 para 13,5 em 2019.  No Nordeste, a queda foi de 13,5 pontos percentuais para 11. Nessas duas regiões, persistiu a desigualdade entre negros e brancos.

Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Básica.

Professores com a formação adequada*eram 47,2% nas escolas predominantemente negras e 58% nas escolas predominantemente brancas de Educação de Jovens e Adultos - Ensino Médio, em média, entre 2013 e 2019.

Houve melhora geral na na adequação de formação dos professores entre 2013 e 2019. A distância entre escolas predominantemente brancas e negras reduziu de 12,3 pontos percentuais em 2013 para 7,5 em 2019.Escolas predominantemente negras ou brancas têm mais de 60% de alunos declarados negros ou brancos; demais escolas são mistas.

Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Básica.