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População residente alfabetizada e não alfabetizada segundo situação de domicílio por sexo e raça/ cor – Brasil, 2010.. Fonte: IBGE. Censo Demográfico. Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/populacao-residente-alfabetizada-e-nao-alfabetizada-segundo-situacao-de-domicilio-por-sexo-e-raca-cor-brasil-2010/. Acesso em: 15 de dezembro de 2022.

População residente alfabetizada e não alfabetizada segundo situação de domicílio por sexo e raça/ cor – Brasil, 2010.
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Autor: Cedra
Atualizado em: 21 de março de 2025
Fonte: IBGE. Censo Demográfico
Destaques relacionados
Homens negros com 15 anos ou mais tinham mais que o dobro da taxa de analfabetismo que os homens brancos.

Em 2010, considerando a população com mais de 15 anos, a taxa de analfabetismo entre homens negros era 13,5% e entre homens brancos era 6,5%.

Fonte: IBGE | Censo 2010. Elaborado pelo CEDRA.

A taxa de analfabetismo entre as mulheres negras é mais que o triplo que entre as mulheres brancas.

Em 2010, consdierando a população com mais de 15 anos, a taxa de analfabetismo entre mulheres negras era 18,3%, e entre mulheres brancas era 5,8%.

Fonte: IBGE | Censo 2010. Elaborado pelo CEDRA.

No Ensino Médio, a taxa de abandono entre os estudantes negros foi de 9,3% e entre os estudantes brancos, 5%, em média, de 2010 a  2019. 

Diminuíram as taxas de abandono de estudantes brancos e negros no Ensino Médio, entre 2010 e 2019. A distância entre as taxas de abandono de brancos e negros reduziu de 6,2 (2010) para 2,7 pontos percentuais (2019).
Abandono: deixou de frequentar a escola antes do final do ano, sem pedir transferência para outra unidade.  

Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Básica.

Havia mais homens negros que mulheres negras, acima de 15 anos sem instrução ou com fundamental incompleto. A média era 41,7% para homens negros e 37,4% para mulheres negras, entre 2012 e 2023.

As porcentagens de negros e negras acima de 15 anos sem instrução ou com fundamental incompleto diminuíram significativamente, de 2012 para 2023. Os homens avançaram um pouco mais na escolarização que as mulheres, reduzindo a distância entre os grupos de 4,1 pontos percentuais (p.p.) em 2012, para 3,3 p,p, em 2023.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc). Elaborado pelo CEDRA.