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Número de estudantes no nível superior segundo a graduação e pós- graduação – Brasil, 2010.. Fonte: IBGE. Censo Demográfico. Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/numero-de-estudantes-no-nivel-superior-segundo-a-graduacao-e-pos-graduacao-brasil-2010/. Acesso em: 15 de dezembro de 2022.

Número de estudantes no nível superior segundo a graduação e pós- graduação – Brasil, 2010.
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Autor: Cedra
Atualizado em: 21 de março de 2025
Fonte: IBGE. Censo Demográfico
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Dentre as mulheres de 20 a 29 anos que concluíram até o Ensino Médio, a proporção de mulheres brancas foi de 57,2% e das negras, 53,5%, em média, de 2012 a 2019.

As taxas das mulheres de 20 a 29 anos que concluíram até o Ensino Médio foi de 56,2% entre as brancas e 49,1% entre as negras, em 2012. Em 2019 as taxas eram de 57,8% entre as brancas e 58,0% entre as negras, em 2019, desaparecendo a desigualdade entre as mulheres nesta etapa de ensino.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios Contínua (PNADc).

A taxa de não declaração de cor/raça reduziu e foi acompanhada do aumento da taxa de matrícula de estudantes negros e brancos no Ensino Médio, entre 2010 e 2019. O dado de cor/raça é vital para entender a realidade étnico-racial das escolas e propor políticas públicas. 

Em 2019, a matrícula por cor/raça no Ensino Médio era composta por: 33,0% de alunos brancos e 40,9% de alunos negros. A não declaração de cor/raça foi de 25,2%. Entre 2010 e 2019, a matrícula de estudantes negros aumentou 13,6 pontos percentuais e 9,6 pontos percentuais entre os brancos.  A não declaração de cor/raça reduziu 23,2 pontos percentuais.

Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Básica.

O analfabetismo entre adultos negros (30 e 39 anos) era quase três vezes maior que dos brancos. As taxas média de analfabetismo foram 5,2% para os negros e 1,9% para os brancos, de 2012 a 2019.

As taxas de analfabetismo de adultos (30 a 39 anos) de negros era 7,0% e de brancos, 2,5%, em 2012. Já em 2019, passaram para 3,4% entre negros e 1,3% para brancos. A diferença entre negros e brancos caiu de 4,5 pontos percentuais em 2012 para 2,1 em 2019.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios Contínua (PNADc).

A taxa de não declaração de cor/raça reduziu e foi acompanhada do aumento da taxa de matrículas de crianças negras e brancas no Ensino Fundamental, entre 2010 e 2019. O preenchimento do dado sobre cor/raça é obrigatório no Censo Escolar, fundamental para entender a realidade étnico-racial das escolas e para pensar políticas públicas.

Em 2019, a matrícula por cor/raça no Ensino Fundamental era composta por: 32,8% de alunos brancos e 40,3% de alunos negros. A não declaração de cor/raça foi de 25,8%. Entre 2010 e 2019, a matrícula de crianças negras aumentou 8,7 pontos percentuais e 7,2 pontos percentuais entre os brancos.  A não declaração de cor/raça reduziu 15,9 pontos percentuais.

Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Básica.