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Número de estudantes no nível superior segundo a graduação e pós- graduação – Brasil, 2010.. Fonte: IBGE. Censo Demográfico. Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/numero-de-estudantes-no-nivel-superior-segundo-a-graduacao-e-pos-graduacao-brasil-2010/. Acesso em: 15 de dezembro de 2022.

Número de estudantes no nível superior segundo a graduação e pós- graduação – Brasil, 2010.
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Autor: Cedra
Atualizado em: 21 de março de 2025
Fonte: IBGE. Censo Demográfico
Destaques relacionados
A média de estudantes negros em distorção idade-série foi de 36% e entre os brancos foi de 19,2%, no Ensino Médio, entre 2010 e 2019. Ou seja, a cada 3 estudantes negros, um apresentava distorção idade-série, e entre os brancos, a cada 5, um apresentava a mesma distorção. 

A taxa de distorção idade-série no Ensino Médio diminuiu entre os estudantes negros e brancos, de 2010 a 2019. A distância entre eles caiu de 20,7 pontos percentuais (2010) para 14,3 (2019). Mesmo assim, a taxa dos negros em 2019 era muito maior que dos brancos em 2010, demonstrando a persistência da desigualdade.

Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Básica.

Havia desigualdade racial no acesso ao Ensino Superior. Mais pessoas brancas concluíram o ensino superior que pessoas negras.

Dentre as pessoas com 25 anos ou mais, em 2010, 16,6% dos brancos concluíram o Ensino Superior, enquanto que entre os negros, a porcentagem era de 5,7%.

Fonte: IBGE | Censo 2010. Elaborado pelo CEDRA.

Nas graduações presenciais de Direito em instituições privadas, havia menos matrículas de estudantes negros que de brancos de 2009 a 2019.

Nas graduações presenciais de Direito em instituições privadas, a proporção de matrículas tanto de autodeclarados negros quanto de brancos aumentou. A diferença entre brancos e negros diminuiu de 12,8 pontos percentuais (pp) em 2014 para 10,0 pp em 2019, mas persistiu no período.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

Havia mais homens negros que mulheres negras, acima de 15 anos sem instrução ou com fundamental incompleto. A média era 41,7% para homens negros e 37,4% para mulheres negras, entre 2012 e 2023.

As porcentagens de negros e negras acima de 15 anos sem instrução ou com fundamental incompleto diminuíram significativamente, de 2012 para 2023. Os homens avançaram um pouco mais na escolarização que as mulheres, reduzindo a distância entre os grupos de 4,1 pontos percentuais (p.p.) em 2012, para 3,3 p,p, em 2023.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc). Elaborado pelo CEDRA.