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Quantidade de concluintes por categoria administrativa, turno, sexo e raça/cor, 2009-2019.. Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Superior.. Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/quantidade-de-concluintes-por-categoria-administrativa-turno-sexo-e-raca-cor-2009-2019/. Acesso em: 26 de novembro de 2024.

Quantidade de concluintes por categoria administrativa, turno, sexo e raça/cor, 2009-2019.
Destaques relacionados
Havia mais homens negros, acima de 15 anos, sem instrução ou com fundamental incompleto que homens brancos, entre 2012 e 2019. A média foi 44,4%% para negros e 30,5% brancos.

Reduziu a desigualdade entre homens negros e brancos, acima de 15 anos, sem instrução ou com fundamental incompleto, de 14,9 p.p. (pontos percentuais) para 12,4 p.p., entre 2012 e 2019. Mas, a taxa dos homens negros em 2019 era 40,0%, superior à dos brancos em 2012, que foi 33,9%.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios Contínua (PNADc).

Menos estudantes negros que brancos ingressaram em graduações em Engenharia Civil, Elétrica e Mecatrônica nas instituições públicas e privadas entre 2014 e 2019. A distância entre os dois grupos diminuiu nas duas redes.

Entre os ingressantes nas graduações de Engenharia Civil, Elétrica e Mecatrônica, entre 2014 e 2019, a diferença na proporção de negros para brancos diminuiu de 17,1 pp para 4,4 pp nas instituições públicas. Já na rede privada, caiu de 9,2 pp para 4,6 pp. A desigualdade diminuiu no período nas duas redes, mas persistiu a favor dos brancos.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

Na graduação presencial pública, a proporção de matrículas de estudantes negros em 2019 era maior que a de brancos nos turnos matutino, vespertino e noturno. Porém, nos cursos de período integral, a maioria era de brancos.

Nas matrículas da graduação presencial pública, as proporções de negros eram um pouco maior que a de brancos nos turnos matutino (43,6 % x 39,4%) e noturno (43,0% x 40,0%), e muito maior no turno vespertino (53,6% x 30,3%). Nos cursos de período integral, havia um pouco menos matrículas de estudantes negros que brancos (40,8% x 44,5%).

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

Na graduação pública (presencial + a distância), as matrículas de estudantes negras eram maioria em 2019, em comparação com as de estudantes brancas. Já a proporção de matrículas de estudantes negros era a mesma que a de estudantes brancos.

Na graduação pública (presencial + a distância), em 2019, as matrículas de estudantes negras eram 43,1% e as de brancas, 39,1%. A taxa de não declaração de cor-raça foi de 15,2%. Já entre os estudantes, 41,8% eram negros, 41,8%, brancos e 13,8%, sem declaração de cor-raça.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.