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População residente em áreas periféricas segundo o rendimento de todos os trabalhos em salários mínimos por nível de instrução, sexo e raça/ cor – Brasil, 2010.. Fonte: IBGE. Censo Demográfico. Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/populacao-residente-em-areas-perifericas-segundo-o-rendimento-de-todos-os-trabalhos-em-salarios-minimos-por-nivel-de-instrucao-sexo-e-raca-cor-brasil-2010/. Acesso em: 15 de dezembro de 2022.

População residente em áreas periféricas segundo o rendimento de todos os trabalhos em salários mínimos por nível de instrução, sexo e raça/ cor – Brasil, 2010.
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Autor: Cedra
Atualizado em: 21 de março de 2025
Fonte: IBGE. Censo Demográfico
Destaques relacionados
O rendimento das ocupações predominantemente negras era 22,4% do rendimento das ocupações predominantemente brancas, em média, entre 2012 e 2023.

O rendimento das ocupações predominantemente negras em 2012 era, em média, 19,4% do das ocupações predominantemente brancas. Em 2023, esse percentual aumentou para 26,0%. A desigualdade diminuiu um pouco no período, mas continuou desfavorecendo muito as ocupações predominantemente negras.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc). Elaborado pelo CEDRA.

 A renda média do trabalho doméstico das mulheres negras correspondia a 86,1% da renda das brancas, em média, entre 2012 e 2022.

A renda média do trabalho doméstico das mulheres negras era R$ 503, 23 e das brancas R$ 576,00, em 2012. Em 2022, as mulheres negras receberam R$ 978,35 e as brancas R$ 1.184,57. Em comparação com 2012, as negras passaram a ganhar ainda menos do que as brancas em 2022. A desigualdade entre os grupos aumentou 4,8 pontos percentuais, no período.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc). Elaborado pelo CEDRA.

A população negra apresentava maior taxa de analfabetismo que a população branca.

Em 2010, considerando a população acima dos 15 anos, a taxa de analfabetismo registrada entre os negros era 18,7%, enquanto entre os brancos era 7,8% .

Fonte: IBGE | Censo 2010. Elaborado pelo CEDRA.

Somadas as matrículas de graduação presenciais e a distância, em 2019, os negros eram maioria nas instituições públicas e os brancos, nas instituições privadas.

Na graduação pública, 42,5% das matrículas eram de estudantes negros e 40,4%, de brancos em 2019. Nas instituições privadas, 36,8% eram de negros e 43,2%, de brancos, somadas as matrículas nos cursos presenciais e a distância.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.