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Número de matrículas da educação básica segundo a predominância da raça/cor dos alunos, 2010-2019.. Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Básica.. Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/numero-de-matriculas-da-educacao-basica-segundo-a-predominancia-da-cor-raca-dos-alunos-2010-2019/. Acesso em: 07 de dezembro de 2023.

Número de matrículas da educação básica segundo a predominância da raça/cor dos alunos, 2010-2019.
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Autor: Cedra
Atualizado em: 21 de março de 2025
Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Básica.
Destaques relacionados
A declaração de cor-raça dos estudantes de graduação em cursos presenciais era de 33,6% em 2010 e aumentou para 83,5% em 2019, ainda baixa para estudos sobre a questão racial. O dado de cor-raça é vital para entender a realidade racial da graduação e para políticas públicas.

Apesar do aumento de 49,9 pontos percentuais entre 2010 e 2019, a declaração de cor-raça dos estudantes de cursos de graduação presenciais permaneceu relativamente insuficiente para estudos sobre a questão racial.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

A proporção de mulheres negras acima de 25 anos que concluíram o Ensino Superior era menos da metade das brancas, em média, entre 2012 e 2023.

Em 2012, 7,9% das mulheres negras acima de 25 anos concluíram o Ensino Superior, entre as brancas eram 19,8%. Em 2023, o percentual de negras aumentou para 14,9% e o de brancas foi para 30,3%. Ou seja, a escolarização superior avançou entre negras e brancas, mas a distância entre elas aumentou de 11,9 pontos percentuais (p.p) em 2012 para 15,4 p.p em 2023.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc). Elaborado pelo CEDRA.

Havia mais homens negros que mulheres negras, acima de 15 anos sem instrução ou com fundamental incompleto. A média era 41,7% para homens negros e 37,4% para mulheres negras, entre 2012 e 2023.

As porcentagens de negros e negras acima de 15 anos sem instrução ou com fundamental incompleto diminuíram significativamente, de 2012 para 2023. Os homens avançaram um pouco mais na escolarização que as mulheres, reduzindo a distância entre os grupos de 4,1 pontos percentuais (p.p.) em 2012, para 3,3 p,p, em 2023.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc). Elaborado pelo CEDRA.

Entre os ingressantes nas graduações em instituições privadas, em 2019, a proporção de brancas era maior que a de negras e a de brancos, maior que a de negros. A diferença entre as mulheres é um pouco maior que entre os homens.

Nas graduações em instituições privadas, em 2019, 36,8% das ingressantes eram negras, 40,7%, brancas e 20,5%, sem declaração de cor-raça. Já entre os homens, 37,0% eram negros, 40,6%, brancos e 20,6%, sem declaração de cor-raça. A diferença entre mulheres brancas e negras era de 3,9 pontos percentuais (pp), quase a mesma que entre homens brancos e negros, de 3,6 pp.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.