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Número de matrículas da educação básica segundo a predominância da raça/cor dos alunos, 2010-2019.. Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Básica.. Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/numero-de-matriculas-da-educacao-basica-segundo-a-predominancia-da-cor-raca-dos-alunos-2010-2019/. Acesso em: 07 de dezembro de 2023.

Número de matrículas da educação básica segundo a predominância da raça/cor dos alunos, 2010-2019.
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Autor: Cedra
Atualizado em: 21 de março de 2025
Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Básica.
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Os programas federais de financiamento estudantil ProUni e Fies tinham uma proporção um pouco maior de negros que de brancos em 2019. Nos programas internos das instituições de ensino superior, havia um certo equilíbrio, já em outros financiamentos ou bolsas externas às instituições havia maior proporção de brancos.

No ProUni, em 2019, havia 3,3 pontos percentuais (pp) a mais de negros que brancos; no Fies eram 5,2 pp a mais de negros; nas bolsas das próprias instituições de ensino superior eram 2,2 pp a mais de brancos que negros. De 2009 a 2019, a declaração de cor-raça de quem recebia financiamento na graduação em instituições privadas foi de cerca de 30% para 73%.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

Nas graduações em Engenharia Civil, Elétrica e Mecatrônica, havia menos matrículas de negros que de brancos nas instituições públicas e privadas de 2014 a 2019. A média da diferença entre os dois grupos foi de 15,2 pontos percentuais (pp) nas públicas e de 11,3 pp nas privadas nesse período.

A proporção de matrículas tanto de negros quanto de brancos em cursos presenciais (público e privado) de graduação em Engenharia Civil, Elétrica e Mecatrônica aumentou de 2014 a 2019. Os negros continuaram em minoria, mas a diferença entre os dois grupos diminuiu. A declaração de cor-raça nas instituições públicas e privadas cresceu nesse período.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

A média, entre 2010 e 2019, de estudantes negros em distorção idade-série foi de 16,8% e entre os brancos foi de 7,6%, nos anos iniciais do Ensino Fundamental, ou seja, a cada 6 estudantes negros, um apresenta distorção idade-série, entre os brancos, a cada 13, um apresenta a mesma distorção.

A taxa de distorção idade-série dos anos iniciais do Ensino Fundamental diminuiu entre 2010 e 2019 em todos os grupos de cor-raça. A distância entre negros e brancos caiu de 11,8 pontos percentuais (2010) para 7,4 (2019). Mesmo assim, as taxas dos negros em 2019 eram maiores que dos brancos em 2010, demonstrando a persistência da desigualdade.

Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Básica.

Entre 2010 e 2019, avançou a frequência dos jovens (18 a 24 anos) no Ensino Superior, tanto de brancos quanto de negros. Embora a proporção do avanço tenha sido maior entre os negros, aumentou a diferença absoluta entre brancos e negros.

A frequência no Ensino Superior, considerando a população entre 18 a 24 anos, em 2010 era, entre brancos 19,9% e entre negros 7,8% . Já é 2019, era de 28,5% entre brancos e 15,4% entre negros. Mesmo com grande aumento proporcional entre os negros, a diferença entre brancos e negros aumentou de 12,1% para 13,1%.

Fonte: IBGE Censo 2010 e PNAD 2019. 
Elaborado pelo CEDRA.