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Quantidade de concluintes por categoria administrativa, apoio social, sexo e raça/cor, 2009-2019.. Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Superior.. Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/quantidade-de-concluintes-por-categoria-administrativa-apoio-social-sexo-e-raca-cor-2009-2019/. Acesso em: 26 de novembro de 2024.

Quantidade de concluintes por categoria administrativa, apoio social, sexo e raça/cor, 2009-2019.
Destaques relacionados
Nas graduações em Engenharia Civil, Elétrica e Mecatrônica, havia menos matrículas de negros que de brancos nas instituições públicas e privadas de 2014 a 2019. A média da diferença entre os dois grupos foi de 15,2 pontos percentuais (pp) nas públicas e de 11,3 pp nas privadas nesse período.

A proporção de matrículas tanto de negros quanto de brancos em cursos presenciais (público e privado) de graduação em Engenharia Civil, Elétrica e Mecatrônica aumentou de 2014 a 2019. Os negros continuaram em minoria, mas a diferença entre os dois grupos diminuiu. A declaração de cor-raça nas instituições públicas e privadas cresceu nesse período.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

A taxa de analfabetismo de adultos (30 a 39 anos) negros era 2,5 vezes maior que dos brancos.

Em 2010, considerando a população entre 30 e 39 anos, a taxa de analfabetismo entre os negros era 9,2% e entre os brancos, 3,4%.

Fonte: IBGE | Censo 2010. Elaborado pelo CEDRA.

Os cinco estados com as maiores taxas de declaração de cor-raça dos estudantes de graduação em 2019 foram Tocantins, Rondônia, Roraima, Mato Grosso do Sul e Amapá. O dado de cor-raça é vital para entender a realidade étnico-racial da graduação e para políticas públicas.

Tocantins teve a maior taxa de declaração de cor-raça dos estudantes de graduação em 2019, seguido por Rondônia, Roraima, Mato Grosso do Sul e Amapá.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

Havia mais pessoas negras acima de 15 anos, sem instrução ou com Fundamental incompleto, que brancas entre 2012 e 2019. A média foi de 42,1% para negros e 29,7% para brancos.

Reduziu a desigualdade entre pessoas negras e brancas, acima de 15 anos, sem instrução ou com fundamental incompleto, de 13,6 p.p. (pontos percentuais) para 10,9 p.p. A taxa dos negros em 2019 foi de 37,7%, percentual maior que a dos brancos em 2012, que foi 33,1%.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios Contínua (PNADc).