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Quantidade de concluintes por categoria administrativa, turno, sexo e raça/cor, 2009-2019.. Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Superior.. Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/quantidade-de-concluintes-por-categoria-administrativa-turno-sexo-e-raca-cor-2009-2019/. Acesso em: 26 de novembro de 2024.

Quantidade de concluintes por categoria administrativa, turno, sexo e raça/cor, 2009-2019.
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A proporção de negros entre os estudantes de Ensino Superior aumentou 12,7 pontos percentuais de 2010 a 2019.

O percentual de negros no Ensino Superior aumentou de 34,9% para 47,6% de 2010 a 2019. Já o de brancos diminuiu de 63,5% para 51,4%, no mesmo período, mesmo levando em conta que o percentual de negros na população aumentou de 50,7% em 2010 para 56,3% em 2019.

Fonte: IBGE Censo 2010 e PNAD 2019. Elaborado pelo CEDRA.

Nas graduações em Engenharia Civil, Elétrica e Mecatrônica, havia menos matrículas de negros que de brancos nas instituições públicas e privadas de 2014 a 2019. A média da diferença entre os dois grupos foi de 15,2 pontos percentuais (pp) nas públicas e de 11,3 pp nas privadas nesse período.

A proporção de matrículas tanto de negros quanto de brancos em cursos presenciais (público e privado) de graduação em Engenharia Civil, Elétrica e Mecatrônica aumentou de 2014 a 2019. Os negros continuaram em minoria, mas a diferença entre os dois grupos diminuiu. A declaração de cor-raça nas instituições públicas e privadas cresceu nesse período.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

A proporção de docentes negros em instituições privadas de ensino superior entre 2009 e 2019 era de 16,2% e de brancos, de 57,8%, em média.

A diferença entre as proporções de docentes brancos e negros em 2009 era 44,0 pontos percentuais (pp) e PRATICAMENTE se manteve em 2019, passando a 43,1 pp. Em 2009, 63,4% dos docentes estavam na rede privada e 36,6% na pública. Em 2019, eram 53,4% na rede privada e 46,6% na pública.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

A declaração de cor-raça dos estudantes de graduação em cursos presenciais era de 33,6% em 2010 e aumentou para 83,5% em 2019, ainda baixa para estudos sobre a questão racial. O dado de cor-raça é vital para entender a realidade racial da graduação e para políticas públicas.

Apesar do aumento de 49,9 pontos percentuais entre 2010 e 2019, a declaração de cor-raça dos estudantes de cursos de graduação presenciais permaneceu relativamente insuficiente para estudos sobre a questão racial.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.