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Quantidade de concluintes por categoria administrativa, turno, sexo e raça/cor, 2009-2019.. Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Superior.. Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/quantidade-de-concluintes-por-categoria-administrativa-turno-sexo-e-raca-cor-2009-2019/. Acesso em: 26 de novembro de 2024.

Quantidade de concluintes por categoria administrativa, turno, sexo e raça/cor, 2009-2019.
Destaques relacionados
Nos cursos de Pedagogia a distância em instituições públicas, as matrículas de negros e brancos apresentaram equilíbrio de 2009 a 2019. Nos cursos privados, só houve maior proporção de negros em 2019.

Nos cursos de Pedagogia a distância em instituições públicas, as matrículas de negros eram 7,5% em 2009, chegando a 31,3% em 2019. A proporção de brancos passou de 12,6% para 31,1%. Nas instituições privadas, foi de 3,4% a 41,9% para os negros e de 11,2% a 38,5% para os brancos.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

Somadas as matrículas de graduação presenciais e a distância, em 2019, os negros eram maioria nas instituições públicas e os brancos, nas instituições privadas.

Na graduação pública, 42,5% das matrículas eram de estudantes negros e 40,4%, de brancos em 2019. Nas instituições privadas, 36,8% eram de negros e 43,2%, de brancos, somadas as matrículas nos cursos presenciais e a distância.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

Mulheres negras de 20 a 29 anos eram a maioria entre as que apresentavam escolaridade limitada ao Ensino Fundamental. As taxas foram 20,6% para negras e 13,3% para brancas, em média, de 2012 a 2019.

Reduziu a taxa de mulheres negras de 20 a 29 anos que concluíram até o Ensino Fundamental de 21,8% para 18,3%. As brancas reduziram de 14,3% para 12,3%, entre 2012 e 2019. A distância entre brancas e negras praticamente não se modificou.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios Contínua (PNADc).

A declaração de cor-raça dos estudantes de graduação em cursos presenciais era de 33,6% em 2010 e aumentou para 83,5% em 2019, ainda baixa para estudos sobre a questão racial. O dado de cor-raça é vital para entender a realidade racial da graduação e para políticas públicas.

Apesar do aumento de 49,9 pontos percentuais entre 2010 e 2019, a declaração de cor-raça dos estudantes de cursos de graduação presenciais permaneceu relativamente insuficiente para estudos sobre a questão racial.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.