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Quantidade de matrículas por categoria administrativa, apoio social, sexo e raça/cor, 2009-2019.. Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Superior.. Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/quantidade-de-matriculas-por-categoria-administrativa-apoio-social-sexo-e-raca-cor-2009-2019/. Acesso em: 26 de novembro de 2024.

Quantidade de matrículas por categoria administrativa, apoio social, sexo e raça/cor, 2009-2019.
Destaques relacionados
Havia mais brancos que negros ingressantes nas graduações presenciais nas instituições privadas, de 2014 a 2019. A diferença entre os dois grupos permaneceu praticamente a mesma no período.

A proporção de ingressantes negros nas graduações presenciais em instituições privadas passou de 24,5% para 36,1% entre 2014 e 2019. A de brancos foi de 31,9% para 44,2%. A diferença entre negros e brancos passou de 7,4 pontos percentuais (pp) para 8,1 pp., ou seja, a desigualdade racial persistiu nesse período.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

Na graduação privada (presencial + a distância),
os estudantes negros eram minoria em 2014 e assim continuaram em 2019.

Na graduação privada (presencial + a distância), em 2014, os estudantes negros eram 20,8% e os brancos, 30,9%; sem declaração de cor-raça, 46,8%. Já em 2019, os negros eram 36,8%, os brancos, 43,2% e sem declaração de cor-raça, 17,7%. Embora tenha havido maior aumento da proporção de estudantes negros, a desigualdade persistiu no período.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

A média de pessoas brancas, acima de 25 anos, que concluíram o Ensino Superior era 2,5 vezes comparada às negras, entre 2012 e 2019.

Em 2012, 18,7% das pessoas brancas acima de 25 anos concluíram o Ensino Superior. Entre os negros a taxa foi de 6,6%. Em 2019, a taxa entre os brancos passou para 25,0% e entre negros, 11,1%. Mesmo com o aumento das proporções em ambos os grupos, a distância entre brancos e negros aumentou levemente.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios Contínua (PNADc).

Na população idosa (60+), o analfabetismo era um pouco maior entre as mulheres que entre os homens. Já os idosos negros apresentavam o dobro da taxa de analfabetismo que os idosos brancos.

Em 2010, considerando a população acima dos 60 anos, a taxa de analfabetismo era maior entre as mulheres, se compararmos com os homens e entre os negros, se compararmos com os brancos.

Fonte: IBGE | Censo 2010. Elaborado pelo CEDRA.