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Quantidade de matrículas por categoria administrativa, faixa etária, sexo e raça/cor, 2009-2019.. Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Superior.. Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/quantidade-de-matriculas-por-categoria-administrativa-faixa-etaria-sexo-e-raca-cor-2009-2019/. Acesso em: 26 de novembro de 2024.

Quantidade de matrículas por categoria administrativa, faixa etária, sexo e raça/cor, 2009-2019.
Destaques relacionados
Entre os matriculados nos cursos privados de graduação, predominavam os brancos em todas as faixas etárias nos anos de 2015 e 2019. No período, diminuiu a diferença entre os mais jovens e pouco se alterou entre os mais velhos.

Comparando os anos de 2015 e 2019, a diferença entre a proporção de brancos e negros matriculados nos cursos de graduação privados reduziu 5 pontos percentuais na faixa de 19 a 24 anos e 0,9 ponto percentual entre os alunos com 41 anos ou mais. A redução da distância entre os grupos foi maior entre os mais jovens.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

Houve um aumento na proporção de negros e brancos que concluíram cursos de graduação presencial em instituições públicas entre 2014 e 2019. A proporção de negros aumentou 2,6 pontos percentuais (pp) a mais que a de brancos.

A proporção de negros que concluíram cursos de graduação presencial em instituições públicas passou de 23,4% para 37,0% entre 2014 e 2019. No caso dos brancos, foi de 34,2% para 45,2%. A diferença entre negros e brancos caiu de 10,8 pp para 8,2 pp. A desigualdade permaneceu quase a mesma.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

A diferença entre mulheres brancas e negras de 40 a 49 anos com Ensino Fundamental completo era, em 2010, um pouco menor que entre os homens brancos e negros.

Em 2010, a taxa da população entre 40 e 49 anos com Ensino Fundamental completo era de 61,8% entre as mulheres brancas, 44,4% entre as mulheres negras 57,9% entre os homens brancos e 39,4 % entre os homens negros.

Fonte: IBGE | Censo 2010. Elaborado pelo CEDRA.

A declaração de cor-raça dos estudantes de graduação em cursos presenciais era de 33,6% em 2010 e aumentou para 83,5% em 2019, ainda baixa para estudos sobre a questão racial. O dado de cor-raça é vital para entender a realidade racial da graduação e para políticas públicas.

Apesar do aumento de 49,9 pontos percentuais entre 2010 e 2019, a declaração de cor-raça dos estudantes de cursos de graduação presenciais permaneceu relativamente insuficiente para estudos sobre a questão racial.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.