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Quantidade de matrículas por categoria administrativa, turno, sexo e raça/cor, 2009-2019.. Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Superior.. Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/quantidade-de-matriculas-por-categoria-administrativa-turno-sexo-e-raca-cor-2009-2019/. Acesso em: 26 de novembro de 2024.

Quantidade de matrículas por categoria administrativa, turno, sexo e raça/cor, 2009-2019.
Destaques relacionados
Professores com a formação adequada*eram 47,2% nas escolas predominantemente negras e 58% nas escolas predominantemente brancas de Educação de Jovens e Adultos - Ensino Médio, em média, entre 2013 e 2019.

Houve melhora geral na na adequação de formação dos professores entre 2013 e 2019. A distância entre escolas predominantemente brancas e negras reduziu de 12,3 pontos percentuais em 2013 para 7,5 em 2019.Escolas predominantemente negras ou brancas têm mais de 60% de alunos declarados negros ou brancos; demais escolas são mistas.

Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Básica.

A proporção de estudantes negros e brancos que concluíram a graduação (pública + privada; presencial + a distância) aumentou entre 2014 e 2019, mas a diferença entre os dois grupos permaneceu quase a mesma no período.

A proporção de negros que concluíram a graduação passou de 18,2% para 34,6% entre 2014 e 2019. No caso dos brancos, foi de 30,4% para 45,2%. A diferença caiu de 12,2 pontos percentuais (pp) para 10,6 pp. A desigualdade permaneceu quase a mesma.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

Os cinco estados com as menores taxas de declaração de cor-raça dos estudantes da graduação em 2019 foram Rio de Janeiro, Amazonas, Piauí, Alagoas e Bahia. O dado de cor-raça é vital para entender a realidade étnico-racial da graduação e para políticas públicas.

Rio de Janeiro teve a menor taxa de declaração de cor-raça dos estudantes da graduação em 2019, seguido por Amazonas, Piauí, Alagoas e Bahia.

Fonte: INEP. Censo da Educação Superior. Elaborado pelo Cedra.

O analfabetismo entre adultos negros (30 e 39 anos) era quase três vezes maior que dos brancos. As taxas média de analfabetismo foram 5,2% para os negros e 1,9% para os brancos, de 2012 a 2019.

As taxas de analfabetismo de adultos (30 a 39 anos) de negros era 7,0% e de brancos, 2,5%, em 2012. Já em 2019, passaram para 3,4% entre negros e 1,3% para brancos. A diferença entre negros e brancos caiu de 4,5 pontos percentuais em 2012 para 2,1 em 2019.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios Contínua (PNADc).