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Quantidade de matrículas por categoria administrativa, modalidade de ensino, sexo e raça/cor, 2009-2019.. Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Superior.. Disponível em: https://cedra.org.br/conjuntos-de-dados/modalidade-matricula/. Acesso em: 18 de novembro de 2024.

Quantidade de matrículas por categoria administrativa, modalidade de ensino, sexo e raça/cor, 2009-2019.
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Entre as pessoas negras de 25 a 29 anos, homens e mulheres, o analfabetismo era mais do dobro do que entre os brancos, homens e mulheres, entre 2012 e 2019.

A taxa média de analfabetismo na população jovem (25 a 29 anos), entre 2012 e 2019, foi de: 1,4% para homens brancos, 3,2% para homens negros, 0,7% para mulheres brancas e 1,6% para mulheres negras. Embora todas as taxas de analfabetismo tenham caído no período, persistiu a diferença entre homens negros/brancos e mulheres negras/brancas.

Fonte: IBGE. Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios Contínua (PNADc).

A diferença entre mulheres brancas e negras de 40 a 49 anos com Ensino Fundamental completo era, em 2010, um pouco menor que entre os homens brancos e negros.

Em 2010, a taxa da população entre 40 e 49 anos com Ensino Fundamental completo era de 61,8% entre as mulheres brancas, 44,4% entre as mulheres negras 57,9% entre os homens brancos e 39,4 % entre os homens negros.

Fonte: IBGE | Censo 2010. Elaborado pelo CEDRA.

A média, entre 2010 e 2019, de estudantes negros em distorção idade-série foi de 16,8% e entre os brancos foi de 7,6%, nos anos iniciais do Ensino Fundamental, ou seja, a cada 6 estudantes negros, um apresenta distorção idade-série, entre os brancos, a cada 13, um apresenta a mesma distorção.

A taxa de distorção idade-série dos anos iniciais do Ensino Fundamental diminuiu entre 2010 e 2019 em todos os grupos de cor-raça. A distância entre negros e brancos caiu de 11,8 pontos percentuais (2010) para 7,4 (2019). Mesmo assim, as taxas dos negros em 2019 eram maiores que dos brancos em 2010, demonstrando a persistência da desigualdade.

Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Básica.

Do total de crianças matriculadas na Educação Infantil, 34,5% eram brancas, 33,6% eram negras e 0,8% eram amarelas ou indígenas. A falta de declaração de cor/raça era de 31,1%

Entre as meninas, 34,8% eram brancas, 33,3% eram negras, 0,8% eram amarelas ou indígenas. Já entre os meninos, 34,2% eram brancos, 34% eram negros, 0,8% eram amarelos ou indígenas. Em ambos os sexos, 31,1% não declararam cor/raça.

Fonte: INEP. Censo Escolar da Educação Básica.